O que nos leva a ser fiéis ou infiéis? E o que é isto de ser fiel ou de ser infiel?Será correcto exigirmos ao nosso companheiro/a que nos seja fiel? Não seria melhor exigirmos que eles fossem fiéis a eles próprios, aos seus desejos e emoções, aquilo de que precisam e sentem falta? Não seriam eles mais felizes e nós? Não acredito em possessões, ou casamentos, ou na famosa frase "... para sempre", existem demasiadas possibilidades e a vida está em constante transformação... Não quero dizer com isto que não seja romântica, muito pelo contrário, adoro todas essas lamechices do amor, mas porquê associar o amor a uma série de regras e concessões pré-determinadas que foram inventadas sabe-se lá por quem. Será possível amar alguém e "trair"? E o que é a traição?
Qual é o ponto de partida numa relação:
- o entendimento entre ambos sobre a forma de como irão ser fiéis/infiéis;
- o entendimento entre ambos de que cada um é diferente e de que existe a hipótese de um dos parceiros vir a ser infiel;
- nenhum dos dois esclarece realmente aquilo que sente e passam a vida a enganarem-se (isto para que não se magoem!?!)
Stig Dagermann escreveu um magnífico ensaio cujo o título é "Our need for consolation is insatiable" (A nossa necessidade de consolo é impossível de satisfazer) e para mim este título traduz substancialmente a verdadeira essência do ser humano que procura constantemente o prazer, a realização dos seus desejos que como o autor diz são insaciáveis...
Será que devemos controlar o nosso desejo em prol da vontade do outro de nos ter em exclusividade?
E se sentirmos uma atracção incontrolável por outra pessoa, que fazemos? Negamos e continuamos como se nada tivesse acontecido?
Seremos por natureza bígamos ou monogâmicos?
Qual é o ponto de partida numa relação:
- o entendimento entre ambos sobre a forma de como irão ser fiéis/infiéis;
- o entendimento entre ambos de que cada um é diferente e de que existe a hipótese de um dos parceiros vir a ser infiel;
- nenhum dos dois esclarece realmente aquilo que sente e passam a vida a enganarem-se (isto para que não se magoem!?!)
Stig Dagermann escreveu um magnífico ensaio cujo o título é "Our need for consolation is insatiable" (A nossa necessidade de consolo é impossível de satisfazer) e para mim este título traduz substancialmente a verdadeira essência do ser humano que procura constantemente o prazer, a realização dos seus desejos que como o autor diz são insaciáveis...
Será que devemos controlar o nosso desejo em prol da vontade do outro de nos ter em exclusividade?
E se sentirmos uma atracção incontrolável por outra pessoa, que fazemos? Negamos e continuamos como se nada tivesse acontecido?
Seremos por natureza bígamos ou monogâmicos?
4 pistas:
Temos de respeitar essencialmente o que nós sentimos para fazermos os outros felizes...
oi magda!
vim espreitar o teu blog e adorei!:)
já comentando o texto...
essencialmente, não acredito na monogamia. o ser humano é feito, em essência, de impulsos físicos, mentais, de impulsos. no entanto, considero que existem, sim traições, na maneira de pensar, na falsidade para com o que connosco partilha a vida (ou apenas o sentimento).
não desculpo, no entanto, o homem ou a mulher que trai a pessoa a quem jurou "fidelidade". à partida,que deve haver fidelidade, então é para seguir à risca. e se não for para cumprir, então mais vela não haver promessas e deixar o assunto em aberto...
ELE- ...para sempre.
ELA- Para sempre? Não digas isso.Para sempre é muito tempo.
O silêncio instalou-se naquele quarto, naquela cama. Ele rodopiou o corpo para o outro lado e...
ELA- Ruca?...................
Ela tinha razão! Ela tem razão!
Foi assim?
Tens a certeza?
Pois é acho mesmo que tenho razão, embora na altura... não tenha sido bem assim... ou foi?
Ruca????
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